Marketing para fintechs: confira as dicas para planejar sua comunicação

As fintechs, empresas digitais que unem finanças e tecnologia, estão ganhando espaço no mercado a cada dia. Por este motivo, neste post vamos tratar do marketing para fintechs, seus desafios e as oportunidades.

De acordo com levantamento do banco Interamericano de Desenvolvimento, o Brasil é o país com o maior número de fintechs dentre 18 nações avaliadas. Dos 1.166 empreendimentos registrados, 380 são do Brasil.

Com uma proposta inovadora, atraente e descomplicada de resolver problemas ou necessidades dos clientes na área financeira, as fintechs causaram disrupção. O mercado era até então dominado por grandes instituições, com processos classificados como morosos ou burocráticos.

Desafios do marketing para fintechs

Toda vez que um novo serviço ou nova tecnologia chega ao mercado, causa um certo frisson. Especialmente através dos veículos de comunicação, que primam pela novidade.

Uma vez que uma nova fintech chega ao conhecimento do público, parte da estratégia de comunicação da marca está concluída. No entanto, inicia-se uma segunda etapa. E essa consiste em educar o público, esclarecer a ele como funciona o serviço, demonstrar quais são as vantagens que traz. Alguns dos benefícios podem ser economia de tempo, de recursos financeiros e redução de burocracia, por exemplo.

Marketing para fintechs: por onde começar

Redes sociais

As redes sociais são canais essenciais na estratégia de marketing para fintechs. O passo inicial é identificar onde estão as personas da empresa, para que se possa definir quais redes sociais farão sentido para o plano. Em se tratando de serviços que possam ser oferecidos ao público em geral, canais como o Youtube, Facebook, Instagram e LinkedIn apresentam as melhores oportunidades de engajamento com o público-alvo.

O impulsionamento de posts para um público-alvo extremamente segmentado é um dos recursos mais interessantes das redes sociais. Em algumas delas, a empresa pode definir até mesmo a região geográfica, gênero, faixa etária e canais de interesse de sua persona.

Além da segmentação, outro destaque das mídias sociais é facilidade de mensuração. Ao medir os diversos resultados obtidos com seus posts (patrocinados ou não),  torna-se mais rápido entender o que está funcionando ou não. Além de identificar qual tipo de conteúdo recebe melhor resposta (engajamento), em qual rede social a marca está recebendo o melhor ROI.

Materiais ricos

E-books, infográficos, pesquisas, são alguns tipos de materiais ricos utilizados em comunicação e marketing. São excelentes recursos para fintechs, para transpor os desafios de “educar” seu público-alvo. Com linguagem simples, objetividade e uma boa dose de recursos visuais, esses conteúdos cumprem sua tarefa. Levam a mensagem adequada sobre assuntos tão inovadores e ainda não compreendidos pelos usuários.

Mas, além disso, são uma oportunidade de realizar cadastros de possíveis futuros clientes. A melhor estratégia é disponibilizar o download do conteúdo em landing page de coleta de cadastro. Desta forma, o novo contato passa a fazer parte da base da empresa. Posteriormente, poderá ser impactado de acordo com a régua de nutrição estabelecida pela empresa.

Blog

Blog posts também compõem o mix de assets de marketing para fintechs. Este formato de conteúdo deve ser leve, extremamente esclarecedor e com temas bastante interessantes às personas. Preferencialmente, devem abordar as principais dores do público-alvo, dando-lhes o caminho para solucioná-las (e como a fintech pode ajudá-las nisso).

A utilização de técnicas de SEO na redação do conteúdo é essencial para garantir uma boa indexação nos sites de busca. Isso garante um bom posicionamento nas páginas de resultado.

O blog é uma ferramenta que se deve lançar mão quando pensamos em melhorar o posicionamento orgânico do site.

Parcerias com digital influencers

O alcance de público e poder de persuasão dos influenciadores digitais, em diversos segmentos, é incontestável. Mas antes de aliar a marca a algum nome relevante nessa área, é preciso realizar uma ampla análise prévia. O ideal é que seja feita por um profissional de Marketing Digital ou Comunicação, para que a parceria, de fato, seja assertiva e traga os benefícios almejados para a fintech. É necessário minimizar qualquer risco de reputação.

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